Black Lips – Sábado(22 de Novembro)
O Black Lips é o que se pode chamar de uma banda visionária em uma geração cética. Sua música não segue regras e é ditada pelos seus próprios termos, aplicada como vapor que deve ser absorvido antes que se perca no ar. Vivendo nos limites da juventude, quebrando qualquer tipo de barreira entre a música e a atitude, a banda se exorciza há três discos de vida. Com a verve lívida de seu som, a banda não pode ser entendida até que seja vista ao vivo.
The Vaselines – Sábado(22 de Novembro)
O Vaselines nasceu de mentes entediadas procurando por diversão. O eletropunk da banda escocesa grita com guitarras orgânicas, baixos e vocais desleixados e bateria estridente, tudo isso no melhor sentido da palavra. Depois de diversas noites bêbados dentro de um pub sem chegar a lugar algum, os Vaselines decidiram levar seu projeto adiante e gravar seu primeiro álbum sem nenhum tipo de pretensão além do barulho. A única coisa que faz sentido é a música, e eles são bastante diretos ao convencer seu público disso. Na formação, Eugene Kelly conta com a presença de amigos que integraram outra lenda escocesa: o Belle & Sebastian.
Calumet-Hecla – Sábado(22 de Novembro)
Formada em Worcester, a banda junta acordes melódicos à microfonia, construindo músicas com bateria destruidora e volume máximo. Unidos em 2001 e mais preocupados em demonstrar emoção em cima do palco do que com qualquer tipo de tecnicismo, o Calumet-Hecla busca fazer de seu som uma demonstração sincera do caos que a música pode se tornar quando executada com sinceridade. Longe de qualquer acesso de grandeza ou de busca por público-alvo, o quarteto diz que o mais importante é usar sua música para entrar em sintonia com o público.
Flaming Sideburns – Sexta(21 de Novembro)
Formada em 1995, na Finlândia, The Flaming Sideburns é um clássico do Rock’n’Roll que volta a fazer shows após três anos de separação. Depois de 3 discos, inúmeros singles, split records com bandas como Hellacopters, Thee Virus e Bad Attitude e tours mundiais, o Flaming Sideburns não deixa dúvidas sobre a que veio quando se trata de sua música. Com o repertório de seu novo álbum, Keys to the Highway, a fúria e a velocidade usuais encontram a melancolia e o toque melódico que faz de cada música da banda uma demonstração única do verdadeiro significado do rock.
Black Mountain – Sexta(21 de Novembro)
Líder de uma união de músicos canadenses chamada Black Mountain Army, o Black Mountain exibe em seu quinteto extrema competência para trazer a música a pontos inexplorados sem se tornar pedante. Buscando construções pouco convencionais e harmonias melodiosas e vívidas, a banda se prova influenciada fortemente pela psicodelia 70’s e pelo experimentalismo musical bem sucedido. O dueto de vozes de Stephen Mcbea e Amber Webber soa conciso, ao mesmo tempo relaxante e enérgico, apoiado com maestria pelos temas quase orquestrais montados ao seu fundo.
Ambervisions – Sexta(21 de Novembro)
A melhor banda de surf-music-cavêra do mundo! A banda surgiu em 1998 e era pra ser um projeto de jazz-rock, com influências de Spyro Gyra e Dave Mathews. Mas como os integrantes não sabiam tocar porra nenhuma, e além do mais achavam jazz-rock uma merda, concluíram que a idéia tinha sido das mais idiotas. Então, inverteram as posições (epa!) e formaram Os Ambervisions que faz punk rock com pitadas de surf music, sazon e muita maionese!
Black Drawing Chalks – Sexta(21 de Novembro)
Representante da novíssima geração de Goiânia, a banda é um dos maiores destaques do rock goiano na atualidade. O Black Drawing Chalks tem a pretensão de misturar influências diversas como Black Sabbath, Soundgarden, QOTSA, Blind Melon, Kings of Leon, Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd e Velvet Revolver, entre outras. O nome surgiu de uma caixa de carvão pra desenho (em inglês – black drawing chalks), as letras são em inglês, sem nenhuma vontade de deixar alguma mensagem significativa pois a banda prima pela sonoridade e performance.
The Ganjas – Sábado(22 de Novembro)
O The Ganjas já traz em seu nome praticamente tudo que precisa se saber sobre a banda: um misto onírico de cólera e psicodelismo expressos pelo rock’n’roll. Seguindo a tradição das bandas latino-americanas de rock cru e baseado em pouca afetação, a banda formada em 2000 ainda lista em suas influências o stoner rock, dub e reggae. O resultado é uma música que entra molemente nos ouvidos até tomar conta do corpo todo e deixar um gosto doce de fumaça na boca.
Motek – Sexta(21 de Novembro)
O Motek é guiado pelo instinto e pelo desejo de enfatizar a lembrança dos sentimentos esquecidos, e, como toda forma de paixão, só pode encontrar seu final no infinito. Juntando camadas de guitarras cheias de efeito coladas por um baixo marcante e levadas de bateria cheias de emoção, a banda cria grandes texturas musicais para os melhores momentos da vida. Esse sonho sônico aproxima os abismos entre desejos, vontades e imaginação com melancolia, loucura, consolação e esperança.
Homiepie – Sábado(22 de Novembro)
Formado por Bruna Canepa, Six e Denis Denen, o Homiepie faz parte da nova safra de bandas de São Paulo que prometem agressivar em 2009. Apesar de pouco tempo, a banda já tem o EP Fireworks pronto para ser lançado em uma edição ultra limitada pelo Research Club. A sua mistura única de power pop, lo-fi e ótimas canções é desde já considerada desde já uma das estréias do ano.
Do Amor – Sábado(22 de Novembro)
Gustavo Benjão(Guitarra e Voz), Gabriel Bubu(Guitarra e Voz), Marcelo Callado(Bateria e Voz) e Ricardo Dias Gomes(Baixo e Voz), este é o Do Amor. Possivelmente a banda com mais milhas da nova cena independente, já rodou boa parte do país em diversos festivais com sua mistura única de regionalismo, experimentalismo e outros ismos. Uma banda única.











Caros Amigos, gostaria de saber onde está vendendo os ingressos para estudante, fico no aguardo,
Grato,
Marcos